Machine learning aplicado a ferramentas de diagnóstico médico, como um estetoscópio ou aparelho de pressão. Inteligência artificial que conecta esse dispositivo a um aplicativo capaz de entender as informações e enviar os exames direto para o laboratório.

As tendências da área de TI para 2017, de acordo com a Gartner, giram em torno de sistemas de conversação, expansão da Internet das Coisas e uma malha digital cada vez mais conectada.

Não dá para ficar de fora dessa, não é? Então, no post de hoje, conheça as tecnologias emergentes de maior potencial disruptivo segundo a consultoria. Continue a leitura!

1. Machine learning

A aprendizagem das máquinas estará em todas as partes da criação de sistemas em 2017, estendendo virtualmente aplicações e serviços para que se adaptem e aprendam conforme o uso. A autonomia é a grande vantagem dessas aplicações, capazes de tomar decisões muito além de tarefas pré-definidas.

Segundo a Gartner, a tendência vai moldar a computação até 2020. Nos bancos, o machine learning ajudará a modelar transações em tempo real, antecipando fraudes. Onde seu negócio precisar, a tecnologia estará lá ao lado de um gigantesco poder de processamento paralelo, com algoritmos avançados e conjuntos de dados cada vez mais complexos.

2. Aplicativos inteligentes

As VPAs, ou virtual personal assistants (assistentes pessoais virtuais) prometem transformar o ambiente de trabalho e simplificar tarefas do cotidiano. Entretanto, a tendência dos aplicativos inteligentes não se limita a assistentes digitais, devendo trazer também inovadores softwares de CRM e ERP.

Com a AI, provedores podem criar interfaces imersivas e conversacionais, automatizando cada vez mais o negócio. Aplicativos inteligentes devem transformar não apenas a rotina das empresas, mas também a experiência do cliente.

3. Sistemas conversacionais

Os sistemas de conversação podem variar de simples trocas de mensagem de voz até conversas mais complexas, como a coleta de entrevistas. A evolução prevista para a Gartner é de que, nos próximos anos, os computadores possam ouvir o usuário e se adaptar aos resultados desejados por ele.

Nesse sentido, estender a interface de softwares e a gama de interações possíveis será fundamental para integrar a malha digital de forma eficaz.

4. Malha digital e arquitetura de sistemas

Graças à malha digital inteligente, precisaremos mudar a arquitetura de sistemas e as tecnologias e ferramentas utilizadas para desenvolver soluções.

A MASA é uma arquitetura de soluções multicanal que se beneficia da nuvem, de APIs e de eventos a fim de oferecer soluções flexíveis, dinâmicas e modulares. O suporte a múltiplos usuários interligados através de várias redes é um dos resultados dessa mudança de longo prazo, que deve vir atrelada à implementação de melhores práticas.

5. Internet das Coisas

Aparelhos inteligentes continuam sendo tendência em 2017, com destaque para os drones, veículos autônomos e robôs.

Impactando segmentos cada vez maiores do mercado, a Internet das Coisas vai invadir a realidade de indústrias, escritórios e residências. Segundo a Gartner, o grande diferencial é que, conforme a IoT evolui e se populariza, haverá uma migração para modelos colaborativos.

Isso significa aparelhos intercomunicáveis, que atuarão em conjunto na realização de tarefas. Questões relativas à privacidade, entretanto, continuam sendo uma preocupação que pode retardar seu avanço.

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Felipe Lucena.
CTO & Partner na Diferencial TI.