Pode ser que você não saiba, mas é possível que você esteja em um campo minado, prestes a pisar em uma mina terrestre a qualquer instante. Não o bastante, o nome e a credibilidade do seu negócio podem estar em sérios riscos caso a Microsoft de fato descubra. Nesse momento, você provavelmente não faz a menor ideia do que estamos falando, certo? Bem, o assunto que vamos abordar aqui é o seguinte: o uso de software pirata. 

Antes de mais nada, nos referimos à Microsoft por duas razões: a primeira é em relação ao Windows, um software utilizado por praticamente todas as organizações. É difícil encontrar quem não use. E a segunda é porque essa gigante norte-americana está fechando o cerco para a pirataria. 

De qualquer modo, preparamos este artigo justamente para falar sobre o assunto. Aqui, vamos apresentar os riscos que envolvem o uso de um software pirata e o que pode acontecer quando a Microsoft descobrir. Continue a leitura e confira!

Mas e então, quais são os riscos do uso de um software pirata?

De forma clara e objetiva, veja a seguir quais são os principais riscos no que diz respeito à pirataria de softwares: 

Segurança defasada

Para começar, falaremos um pouco da questão que se refere à segurança das informações: se você realmente se preocupa com os dados da sua empresa, nem pense em optar por um software pirata. 

Nesse caso, é preciso compreender que as soluções falsificadas possuem práticas de segurança nada rigorosas, sempre desatualizadas e defasadas quanto aos perigos da internet. 

Contas bancárias, dados de clientes e qualquer outro tipo de informação importante estarão bem menos protegidas, disso não há a menor dúvida. 

Multas e prejuízos financeiros

Pirataria é crime e por isso pode resultar em multas e prejuízos financeiros. Apenas para que você saiba, a Associação Brasileira de Empresas de Softwares (ABES) diz que a multa pelo uso indevido desse tipo de tecnologia pode chegar a 3 mil vezes o valor do software não licenciado. 

Problemas com a justiça

Entre todos os possíveis riscos, não há nada comparado aos problemas com a justiça. Além das multas, a infração do uso de software pirata é punível com pena de detenção que varia de 6 meses até 4 anos de prisão!

O que acontece quando a Microsoft descobre? 

Conforme mencionamos no início do artigo, a Microsoft está reforçando a fiscalização e o combate à pirataria dos seus produtos: o trabalho está sendo feito pela própria companhia e também por empresas parceiras. 

Basicamente, o processo consiste no recebimento de e-mails e/ou telefonemas com a alegação de uma denúncia sobre a utilização do Windows não licenciado, por exemplo. Esses avisos normalmente virão junto com um pedido para o levantamento das licenças de uso.

Após esse levantamento inicial, será enviado um novo e-mail com um relatório de análise. Caso haja desconformidades, certas ações lhe serão impostas, e o que você deverá fazer é simples: segui-las! 

Felizmente, as multas e os problemas com a justiça só ocorrerão se você não seguir a orientação da Microsoft. E qual será a orientação? Comprar o software original dentro do prazo estabelecido.

Para concluir, vai uma dica: procure deixar tudo organizado para evitar maiores incômodos. Por isso, faça um inventário regular dos seus softwares. O Spiceworks é um programa que funciona muito bem, sem contar que é gratuito. 

Com o inventário em mãos, você saberá o que é licenciado e o que não é. Nesse sentido, o ponto a destacar é que na maioria das vezes o uso de software pirata não ocorre por má fé, mas sim por desconhecimento.

O que estiver licenciado, busque as confirmações, o que se faz por meio do VLSC da Microsoft. Agora, para os softwares ilegais, o correto é legalizá-los. Procure uma empresa de tecnologia a qual possa lhe orientar. 

O que achou deste artigo? Foi útil para você? Então não deixe de conferir os 5 motivos para dizer não aos softwares piratas.

Felipe Lucena.
Gerente de Sucesso.